CASCADURA começa 2012 em show com a Maglore

quinta-feira, 29 dezembro 2011 - postado por assessoria de imprensa

Série de apresentações em janeiro dá início a este ano em que a banda completa duas décadas de carreira, lança quinto álbum e participa de festival internacional de música

No dia 8 de janeiro, um domingo, o CASCADURA faz o primeiro ato do ano novo: um show ao lado da banda Maglore, no evento “CASCADURA +”, que acontece no Portela Café (Rio Vermelho), às 18 horas. O encontro é o primeiro de uma série de shows que o CASCADURA fará no mês de janeiro, iniciando as ações de 2012 – ano repleto de marcas extraordinárias para o grupo e o rock da Bahia.

É em 2012, exatamente no mês de abril, que o CASCADURA comemora 20 anos de uma sólida carreira, em atividade ininterrupta, respaldada por crítica e público de todo o país. É também vez de celebrar uma década de parceria dentro do próprio grupo: o vocalista Fábio Cascadura e o baterista Thiago Trad estão juntos à frente desta trajetória desde 2002. Estas datas festivas serão o mote do show que a banda fará no Lollapalooza BR, em São Paulo, versão nacional do legendário festival americano pela primeira vez realizado na América do Sul. Entre nomes como Foo Fighters, Jane’s Addiction e Arctic Monkeys, o CASCADURA é uma das atrações brasileiras do evento e, em sua apresentação no dia 8 de abril, vai mostrar o repertório desta sua já longa história. Para completar, 2012 vai trazer o lançamento do esperado quinto disco do grupo, o “Aleluia”, um álbum duplo, conceitual, inteiramente dedicado à cidade de Salvador.

Trabalho e festas não faltam, e o público poderá acompanhar tudo isso já a partir deste momento em que CASCADURA e Maglore se reencontram em palco. Em janeiro de 2011, quase um ano atrás, a dupla fez lotar em limite máximo o espaço do Largo Tereza Batista, no Pelourinho, na realização do projeto “Sanguinho Novo”, do CASCADURA.

A temporada não para por aí: o “CASCADURA +”, que se propõe a promover dobradinhas entre o CASCADURA e outros expoentes da música da Bahia, se repete em 22 de janeiro, desta vez com o Dubstereo. Também haverá dois sábados de música no Pelourinho, onde o som do CASCADURA se soma ao da brasiliense Surf Sessions no dia 14 e, duas semanas depois, em 28 de janeiro, se une ao reggae do Diamba.

SERVIÇO
“CASCADURA +”, com CASCADURA e Maglore
Quando: 8 de janeiro (domingo), 18 horas
Onde: Portela Café (Rua Itabuna, 304 – Rio Vermelho. Tel.: 71 3335-6855)
Quanto: R$ 20 (valor promocional)
Censura: 16 anos

CASCADURA e Surf Sessions
Quando: 14 de janeiro (sábado), 20 horas
Onde: Largo Tereza Batista (Pelourinho)
Quanto: R$ 20 (valor promocional)
Censura: 16 anos

“CASCADURA +”, com CASCADURA e Dubstereo
Quando: 22 de janeiro (domingo), 18 horas
Onde: Portela Café (Rua Itabuna, 304 – Rio Vermelho. Tel.: 71 3335-6855)
Quanto: R$ 20 (valor promocional)
Censura: 16 anos

CASCADURA e Diamba
Quando: 28 de janeiro (sábado), 20 horas
Onde: Largo Tereza Batista (Pelourinho)
Quanto: R$ 20 (valor promocional)
Censura: 16 anos

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Você tem que ouvir isso!

quinta-feira, 10 novembro 2011 - postado por fabiocascadura

Faz um tempo, numa ligação, o amigo Luiz César Pimentel me fez um pedido um tanto curioso. Ele contou que estava solicitando a alguns amigos uma mixtape, para guardar e entregar às suas duas filhas, ainda com 3 e 2 anos de idade, quando elas chegarem à adolescência.

Só um parênteses:
Luiz César Pimentel é um jornalista, paulistano, são-paulino, que conheci em 2003, por meio de Joe (baixista de Pitty), assim que cheguei com o CASCADURA em São Paulo. Ali nasceu uma amizade incrível, muito pautada na admiração mútua e sincera pelas atuações que temos em nossas carreiras.

À época, ele era chefe de redação da Revista Zero, um projeto editorial que deixou tanta saudade quanto marcas no setor. Como morávamos perto da redação, costumávamos, eu, Thiago, além de Martin e LF – que estavam na banda naquele tempo -, ir até lá para conversar com a “turma da Zero” (que também tinha o editor Marco Bezzi e o grande designer Daniel Motta, que fez a capa do Bogary).

Os papos giravam em torno de tudo: Metal, Rock, Metal, a falta de “noção” dos gringos, Metal, guitarras, Metal, os poptogramas de Daniel, Metal, Thin Lizzy, Metal, “… e ‘não-sei-o-quê-mais’ é uma bosta, mano!” (fala do Bezzi), Metal, Os Trapalhões, Metal, Salvador, Metal e por aí vai… Papo variado, né?…

Foi por meio de Luiz Pimentel que conhecemos os Cachorro Grande, nossos grandes amigos e parceiros. E costumávamos levar todo tipo de produção de rock de Salvador para ele e a turma da Zero escutarem. Uma simbiose muito proveitosa.

Mas a Zero fechou. Entretanto, dada a sua competência, Luiz seguiu uma carreira brilhante, sempre participando de bons projetos editoriais. Em 2006 (acho), ele lançou um livro chamado “Sem Pauta”, que tem textos narrando sua viagem por países como Vietnã, Nepal, Russia (“- 40°, mano!”),Tibet, Índia e outros. Ele também criou uma linha de camisetas chamada “Cuma?”, com estampas bem humoradas e muito originais. Passou pela implantação do MySpace no Brasil, pelo Portal UOL e hoje é chefe de redação do Portal R7.

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Mixtape é um termo moderno para uma sequência de canções. Eu mesmo não fazia essa associação ou usava essa nominação até ele me explicar isso. Chamava isso de “listinha” mesmo.

Bom, eu aprendi o que era a tal de mixtape e, em se tratando de uma listinha para meninas que cresceriam e se tornariam moças, resolvi achar algo que estivesse escutando naquela semana e que pudesse agradar a pessoas do gênero/faixa-etária, mas surpreendendo-as.

Daí, selecionei coisas de muitas épocas, em geral cantadas em muitas línguas, mas com apelo pop. Por exemplo: incluí a canção “Love Me, Please, Love Me”, do Michel Polnareff, que, a despeito do título em inglês, é cantada em francês, língua mater do autor/intérprete, e foi um estouro mundial no meado dos anos 1960.

Também tem “Pata Pata”, da Miriam Makeba, sul-africana cantando num idioma ou dialeto da terra dela (não, a letra não é “tá com pulga na cueca…”). Tem “Sapori de Sali”, do “genovese” Gino Paoli, com um dos arranjos (de Enio Morricone) mais legais e doidos que conheço na música pop. Caymmi com “Tia Nastácia”, “Caravan”, de Duke Ellington, “Alegria, Alegria”, do Caetano tropicalista, e lá vai: “Ya ya”, de Lee Dorsey; “Ana no Duerme”, dos queridos argentinos do Almendra; Robertão e a sua infalível “Quando”; “Rescue Me”, com a linda Fontella Bass… Variar, sacou? E era o que estava escutando naquele momento, com gostinho de “pensar menos barato”. Pop menos óbvio. O exercício da surpresa…

Mandei a listinha e ele retornou agradecendo…

Eis que hoje, dia 10 de novembro de 2011, às 18h, Luiz César Pimentel lança na FNAC – Av. Paulista (São Paulo) o seu novo livro: “Você tem que ouvir isso!”, contendo “listinhas” coletadas junto a muitos amigos com sugestões de sequências de canções (mixtapes) para escutar. A brincadeira ficou tão boa que acabou ganhando asas em forma de lançamento editorial e pode ser adquirido por todo mundo. Para minha grande honra, a minha seleção está lá no meio… Tomara que ela sirva para entreter quem a ouvir e, principalmente, daqui a alguns anos, surpreenda Nina e Lola, as filhas do autor.

Para saber mais sobre a obra de Luiz César Pimentel: http://luizcesar.com

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CASCADURA Private Hell’s Club pega fogo nesta sexta-feira

segunda-feira, 17 outubro 2011 - postado por assessoria de imprensa

Banda revive seu adorado “inferninho particular” no Farol do Rio Vermelho

Clima aquecido, noitada de agito, êxtase na plateia, música e diversão: é esta a proposta do CASCADURA Private Hell’s Club, uma autêntica festa de rock para curtir, dançar, se esbaldar. Lançado em 2007 e com 15 bem-sucedidas edições realizadas desde então, trata-se do projeto da banda CASCADURA mais adorado e pedido pelo seu público, que faz um show à parte cada vez que o “inferninho particular” se monta em Salvador. Agora, nesta sexta-feira, 21 de outubro, o Private Hell é revivido no Farol do Rio Vermelho, que abre suas portas às 22 horas. O ingresso custa R$ 20.

O CASCADURA Private Hell’s Club tornou-se um clássico da noite soteropolitana e se consagrou como o mais entusiasmante formato das festas do grupo, apresentando o que há de mais quente no repertório da carreira, em especial canções dos discos Bogary e Vivendo em Grande Estilo. A ordem é conceber um “inferno privado”, onde quase tudo é permitido, no melhor estilo sociedade alternativa, em que ninguém tem de ser julgado – uma espécie de terreno em que o rock, a boa música, o movimento da cena independente soteropolitana e a diversão extrema se encontram com total força e liberdade.

“O Private Hell rende um frisson incrível! Lembro-me de cenas impagáveis: gente que enlouquecia ao som desta ou daquela canção, cantando aos berros, gente que se conhecia ali, começava amizade, namoro, gente que teve a primeira experiência num show de rock… Foram shows incríveis e vamos de novo fazer valer as boas memórias deste evento!”, afirma Fábio Cascadura, vocalista e guitarrista do grupo. Ao lado dele, estarão Thiago Trad (bateria), Du Txai (que vem acompanhando o CASCADURA em diversos projetos, assumindo o baixo) e Jô Estrada (coprodutor do Bogary e do futuro novo disco do CASCADURA, o Aleluia, empunhando guitarra).

Depois do Cascadura das Antigas (show de reunião da formação dos anos 1990) e do Laboratório Acústico (repertório em versões desplugadas), o Private é o terceiro projeto na retomada de shows do CASCADURA e dá continuidade à movimentação de volta definitiva da banda aos palcos, que logo acontecerá, depois da finalização do seu quinto álbum: o esperado Aleluia.

SERVIÇO
CASCADURA Private Hell’s Club
Quando: 21 de outubro (sexta-feira), a partir das 22 horas
Onde: Farol do Rio Vermelho (Rua Odilon dos Santos, 224 – Rio Vermelho)
Quanto: R$ 20

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Já era hora: CAPA!

terça-feira, 11 outubro 2011 - postado por fabiocascadura

Hummm… Quanto tempo sem vir postar algo aqui! Pois é… Mas não é por falta de assunto, e sim de tempo! Nesse período, foi uma viagem de descanso com a amada, alguns shows do CASCADURA retornando aos palcos e muita coisa do “Aleluia”. Fora o corre-corre de sempre…

Chego agora para falar do trabalho que vem sendo realizado por algumas pessoas muito talentosas e que, apesar de não demandarem diretamente um fazer musical, darão muito para a identidade do nosso novo disco: a capa!

Já falei aqui que a ilustração dessa parte do “Aleluia” foi feita pela talentosíssima dupla de artistas visuais Izolag e Ananda Nahu. Mais especificamente disse de como chegamos até eles e como eles se dispuseram a vir a Salvador construir um painel onde estaria estampada a imagem que constará na capa do álbum.

Citei apenas, mas não descrevi o que de fato foi feito por eles. Então! Eles pintaram um belo painel de lona (a ideia inicial era reciclarmos lona de caminhão usada, o que mostrou-se pouco eficiente, devido ao peso do material e indisponibilidade dos profissionais da estrada em se desfazer de certas quantidades dessas lonas) com a técnica que os notabilizou mundo afora: o stencil.

São formas e expressões que pulam em cores, dando uma mensagem significativa daqui que, através da música, buscamos apresentar nesse novo lançamento. Para nós, o “Aleluia” está para além de uma obra musical e eles entenderam isso. Tomara que nosso objetivo maior seja atingido e os que se dispuserem a escutar e debater com o resultado final entendam isso.

Feita a ilustração, chamamos para dirigir a construção do que será a embalagem do disco aquele em quem confiamos mais no que diz respeito à arte visual: o designer Ricardo Ferro. Ferro é mais que designer. Parece um clichê, mas não é. E deixe-me explicar.

Minha relação, de amizade e artística, com ele, começou no final dos anos 1980. Éramos estudantes da antiga Escola Técnica (no Barbalho) e com amigos comuns que nos apresentaram. Dividíamos o gosto pelo rock dos anos 50, pela poesia, pelo cinema juvenil daquela época e pelo cinema de todos os tempos. Ricardo é de um humor constante e uma alma rica com inteligência ligeira. Nos tempos da nossa adolescência, chegamos a tentar reunir isso tudo num fanzine que naufragou no seu primeiro número. Chamava-se BOP e seu maior mérito era que quem desenhava era o Ricardo Ferro. Nunca escondi que o achava um dos meus desenhistas favoritos. Mas, ao menos naquele tempo, ele rejeitava esses louros, que sempre julgou excessivos: modesto! Sou e sempre fui fã dele.

Nesse momento, chegamos a ter uma convivência cotidiana (por conta da escola também) e nominamos o grupo do qual fazíamos parte, com outros tantos colegas, como Joe (ex-CASCADURA e hoje com a Pitty), de Ugly Boys and The Moondogs. Queríamos ter uma espécie de “gang cultural”. Daí a criação de um fanzine, de uma banda (Os Feios) e tudo o mais.

Ferro se encanta pela música. Está sempre com a música. Quis cantar e não deu, quis a guitarra e ela ficou num canto qualquer de seu depósito. Ficaram uma ou duas canções que escrevemos em parceria, das quais nem lembro direito como são e que o próprio Joe deve lembrar melhor que qualquer um de nós.

Bem, nossa amizade seguiu, mesmo quando ele foi morar em outro estado por quase dez anos. Muito por conta dele, que sempre procurou me manter em contato. Amável, Ricardo Ferro é um amigo que sabe ser amigo. Eu tenho sorte. Pois é esse cara, que na verdade tem muitas outras qualidades e talentos, que vem dirigir a arte para capa do “Aleluia”.

No que tange as suas múltiplas habilidades, lembro de quando ele me contou que estava fotografando e me mostrou seus primeiros estudos nessa matéria: era coisa de gente grande! Sabe a capa do DVD Efeito Bogary? Foi ele quem fotografou e dirigiu. Aquilo é uma construção inteira do cara, com uma ou outra sugestão minha… Sabe o “galinho” do Bogary?… Ricardo Ferro Design! Agora, você que conhece, diga que nunca ficou espantando com a qualidade do desenho…

Demos a ele a lona pintada por Izolag e Ananda. Convidamos, com a aprovação dele, o renomado fotógrafo Ricardo Prado. Numa tarde, os dois, assessorados pelo produtor Jorginho Falcão, que faz a assistência geral de produção executiva desse trabalho, fotografaram as “chapas” para a confecção da capa do “Aleluia”. E tenho tudo documentado pelo habilidoso Léo Monteiro para um making of.

Ainda não vi nada, não sei muito… Mas sei que mãos valiosas, corações apaixonados pelas artes e mentes brilhantes farão jus à nossa intenção de dar beleza e reflexão a quem se deparar com esse disco.

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CASCADURA apresenta seu Laboratório Acústico

segunda-feira, 26 setembro 2011 - postado por assessoria de imprensa

Banda dá seguimento a shows e retoma o bem-sucedido projeto de som desplugado na noite de 7 de outubro

Consagrado desde o seu surgimento, em 2006, o Laboratório Acústico do CASCADURA, que apresenta as canções da banda de rock baiana em versão desplugada, ressurge nesta nova temporada de shows do grupo. Na sexta-feira 7 de outubro, o evento se realiza no Farol do Rio Vermelho, que abre suas portas às 22 horas. O valor do ingresso é de R$ 20.

Parte de uma série de projetos que o CASCADURA oferece ao seu público, o Laboratório Acústico embala a plateia em clima intimista, com arranjos especialmente preparados para o formato e repertório que inclui clássicos da música, além dos maiores sucessos da banda, cultivados e aplaudidos ao longo dos seus 19 anos de carreira. Assim, faixas como “Queda Livre”, “Gigante”, “Só Procurava Alguém” e “Mesmo Eu Estando do Outro Lado” aparecem repaginadas.

Para tanto, guitarras são substituídas por violões, que ficam nas mãos do vocalista Fábio Cascadura e do músico Dudu Txai. Ricardo “Flash” Alves assume piano e também violão, e Ivan Oliveira toca o baixo. Thiago Trad, baterista integrante, completa o quinteto da noite. Participações especiais também estão confirmadas: três nomes da nova e promissora geração da música independente soteropolitana entram no espetáculo – Giovani Cidreira (Velotroz), Teago Oliveira (Maglore) e Lívia Ferreira (Neologia).

O show é o segundo do CASCADURA nesta casa noturna e dá continuidade à movimentação de retorno definitivo da banda aos palcos. Em fase de finalização do seu quinto álbum – o “Aleluia” –, o CASCADURA manterá uma série de eventos no mesmo local: depois do Laboratório Acústico, está marcada uma reedição do Private Hell, além de Ensaios Abertos para o Aleluia. Trata-se de uma verdadeira retomada da trajetória do grupo para apresentação oficial do que consta no novo trabalho.

SERVIÇO
Laboratório Acústico do CASCADURA
Quando: 7 de outubro (sexta-feira), a partir das 22 horas
Onde: Farol do Rio Vermelho (Rua Odilon dos Santos, 224 – Rio Vermelho)
Quanto: R$ 20

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CASCADURA das Antigas – 2ª edição

terça-feira, 23 agosto 2011 - postado por assessoria de imprensa

Banda reúne mais uma vez formação original dos dois primeiros discos da carreira em show com repertório especial


Realizado pela primeira vez em julho passado, o CASCADURA das Antigas nasceu da ideia de reviver uma apresentação do Dr. Cascadura, com a sua sonoridade calcada no rock dos anos 1970, no rhythm and blues elétrico, ecoando o que está nos históricos álbuns “#1” (1997) e “Entre!” (1999). O sucesso do evento, com ingressos esgotados, motivou o repeteco: mais uma vez, ex-membros da banda, que fizeram história em tempos passados, se reúnem para a segunda edição do projeto, que acontece em 3 de setembro (sábado), a partir das 22 horas, agora no Farol Music Bar (Rio Vermelho).

Assim, Fábio Cascadura (vocais) e Thiago Trad (bateria) recebem os ex-Dr. Cascadura Paulinho Oliveira (guitarrista, integrou a banda entre 1996-99), Ricardo “Flash” Alves (guitarrista, 1994-2000) e Ivan Oliveira (baixista e tecladista, 1999-2000). No repertório, músicas dos dois primeiros álbuns do grupo tocadas por quem as compôs e gravou, com surpresas reservadas para emocionar o público de forma ainda mais intensa. Canções como “Nicarágua”, “Sexta-Feira”, “Só Procurava Alguém”, “Mesmo Sem Merecer” e “Marquesa” estão garantidas.

O show, primeiro do CASCADURA nesta nova casa noturna de Salvador, ainda marca o início da movimentação de retorno definitivo da banda aos palcos. Com aparições esparsas há mais de um ano, devido à gravação do quinto álbum de carreira – o “Aleluia” –, o CASCADURA virá com uma série de eventos no mesmo local: reedições dos projetos Laboratório Acústico e Private Hell, além de Ensaios Abertos para o Aleluia. Será uma verdadeira retomada da trajetória do grupo para apresentação oficial do que consta no novo trabalho.

A 1ª edição do CASCADURA das Antigas
Além de Paulinho Oliveira, Ricardo “Flash” Alves e Ivan Oliveira, a celebração histórica realizada em julho ainda contou com a presença e a canja de outro ex-Dr. Cascadura: Alex Pochat (baixista, que figura nos dois primeiros discos do grupo). Muita gente se mobilizou para estar na apresentação. Vieram fãs de cidades do interior da Bahia e até de outros estados: uma alegria contagiante unindo gente de toda idade. A lotação foi completa e nem todo mundo pôde entrar. A segunda edição do evento é mais uma oportunidade – que promete ser ainda melhor – de conferir o espetáculo.
Veja aqui fotos daquela noite.

CASCADUROLOGY
Ao comprar o ingresso do show antecipadamente, ao preço promocional de R$ 20, você adquire um CD exclusivo do CASCADURA: a coletânea CASCADUROLOGY, que traz as melhores faixas dos discos “Dr. Cascadura #1” (1997), “Entre!” (1999) e “Vivendo em Grande Estilo” (2004). Os ingressos antecipados têm tiragem limitada. A retirada do CD se fará no dia do show.
ATENÇÃO: Serão apenas 100 (cem) CDs CASCADUROLOGY!!!

SERVIÇO
O quê: CASCADURA das Antigas
Quem: Cascadura, com Fábio Cascadura (vocais), Thiago Trad (bateria), Paulinho Oliveira (guitarra), Ricardo “Flash” Alves (guitarra) e Ivan Oliveira (baixo)
Quando: 3 de setembro (sábado), a partir das 22 horas
Onde: Farol Music Bar (Rua Odilon dos Santos, 224 – Rio Vermelho)
Quanto: R$ 20 (antecipado – ganha o CD CASCADUROLOGY) e R$ 25 (na hora do evento)
Venda antecipada de 24 de agosto a 2 de setembro nos pontos de venda:
- Lojas Foxtrot (R. Direita da Piedade – Centro | Bahia Center – Cidadela/ Av. ACM | Salvador Norte Shopping – São Cristovão)
- Midialouca (R. Fonte do Boi – Rio Vermelho)

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Tomada em “Ela não tem medo”

terça-feira, 23 agosto 2011 - postado por assessoria de imprensa

Nossos amigos da Tomada, banda de São Paulo, estão de disco novo: “O Inevitável”, que foi mixado por andré t (nosso grande produtor), tem pré-produção de Martin e Duda Machado (parceiros de sempre!) e conta com duas músicas nas quais Fábio Cascadura é parceiro: o blues “Hoje eu não tenho muito a dizer” e o rock “Catarina”. Então, além de muito bom e de merecer recomendação, este álbum tem bastante relação com o Cascadura!

Eles acabaram de lançar um clipe desse trabalho.
Vejam cá:

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CASCADURA lança primeiro single do álbum Aleluia

segunda-feira, 18 julho 2011 - postado por assessoria de imprensa

Banda libera download de Colombo, canção do quinto CD de carreira, com texto de apresentação assinado pelo publicitário Pedro Tourinho

Nesta segunda-feira, 18 de julho, o CASCADURA oficializa o lançamento da primeira música apresentada do seu quinto álbum, Aleluia. A canção Colombo, composta por Fábio Cascadura, está liberada para audição e download aqui no site.

Além de Fábio Cascadura (voz, vocais), Thiago Trad (bateria, tambor mourisco, tarol medieval), andré t (baixo, piano elétrico) e Jô Estrada (guitarras), Colombo conta com a participação especial do pernambucano Siba Veloso na rabeca (leia mais aqui). A música, que representa um imaginado ato de contrição de Cristóvão Colombo (leia mais aqui), é uma das 50 finalistas do IX Festival de Música Educadora FM, da Rádio Educadora FM da Bahia, e está sob votação de internautas para seleção das 14 vencedoras.

Assim como o conceituado Bogary (2006), o novo trabalho é produzido por andré t, coproduzido por Jô Estrada e está sendo gravado no estúdio t, na capital baiana. O Aleluia, que está em fase de finalização, vai ser um álbum duplo, com 22 faixas, e busca o conceito viável que justaponha a personalidade artística do grupo e um discurso novo, que dialoga com as mais diversas esferas da cultura da cidade de Salvador. A produção conta com financiamento conquistado através do edital Apoio à Produção de Conteúdo em Música, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), instituição vinculada à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia.

COLOMBO

Por Pedro Tourinho*
Nesta semana começa a se desvendar para o grande público o álbum Aleluia, novo trabalho do CASCADURA, totalmente baseado em Salvador. Sua sonoridade, assim como suas composições, são fruto de um grande processo de entendimento da síntese desta cidade que, tendo sido fundada como destino de grandes embarcações, culturalmente acabou por tornar-se origem de grandes jornadas.

CASCADURA desde sempre entendeu isso, com seu Rock com a cabeça no mundo e os pés fincados no Rio Vermelho. Em Aleluia, enquanto a maioria dos navegantes fita os olhos no horizonte, CASCADURA nos propõe uma viagem de volta ao porto. E sua primeira faixa, Colombo, disponibilizada para o público hoje, cumpre a responsabilidade de dar o tom da jornada.

A marcação disciplinada da bateria e percussão de Thiago contra as ondas dos acordes precisos da guitarra de Jô. A intensidade étnica do estalar da rabeca de Siba Veloso. A vitalidade e energia da chegada de andré t. O vocal rústico e solitário de Fábio, quase um aboio. Colombo vem com a força do desatracar de um navio em seu próprio porto.

Se todo porto é a síntese da jornada dos que lá desembarcam, Salvador, que já nasceu porto, representa um mundo inteiro, diverso. E Colombo traz esta sensação de ânsia dos viajantes em materializar o desconhecido. Afinal, de uma forma ou de outra, todos que aqui chegaram, negros, portugueses ou mulçumanos, também estavam descobrindo a América.

Fábio me diz que Colombo é a faixa com formato menos comercial do disco, mas ao mesmo tempo a música não sai da minha cabeça desde o momento em que a ouvi. Modéstia. Colombo é uma música em três atos, melodia forte e simples, legítima representante nagô na escola de Sir. Paul.

A jornada da nossa vida é um ciclo sem início. E, em Aleluia, CASCADURA estabeleceu como destino exatamente o nosso ponto de partida. E como não poderia deixar de ser, entre letras e versos, já na primeira faixa do disco, pesco a conclusão do fim da viagem: “Nós somos isso, nós somos risco, somos mal e bem… Só não somos Deus”.

* Pedro Tourinho é publicitário, especialista em entretenimento e mídia. Diretor de Criação da Agência New Content. Formado pela UCLA (Califórnia/EUA) em Estudos de Entretenimento e Mídia. Soteropolitano, mora em São Paulo/SP.

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Discursos do rock and roll

quarta-feira, 13 julho 2011 - postado por fabiocascadura

Li este texto que segue abaixo no blog da minha amiga Paula Berbert. De tão bem escrito, sensato e pertinente, resolvi divulgá-lo com mais afinco e pedi permissão a ela para replicá-lo aqui.

É uma excelente reflexão sobre Salvador, a Bahia, a música, o rock e as diversas gerações que transitam nesse contexto todo. Com cuidado e respeito, Paula trata de uma série de questões que creio relevantes e nos traz uma luz bacana… Porque, como disse Ronei Jorge, precisamos sair da caverna…

Boa leitura!

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O Dia Mundial do Rock está chegando.
As entrevistas e perguntas de como é fazer rock em Salvador também.
Esta é minha homenagem ao momento em que a mídia baiana nos dá mais esmola.

Depois da cerimônia de entrega de troféus da 2ª edição do Prêmio Bahia de Todos os Rocks, em novembro passado, cujo palco reproduzia algo similar a um ambiente de furna, Ronei Jorge, entre os diversos e merecidos elogios feitos ao evento, comentou algo assim: “Eu mexeria no cenário. Precisamos sair da caverna”.

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Recentemente, uma aluna do curso de jornalismo da Universidade Federal da Bahia solicitou uma entrevista com o Cascadura – no caso, Fábio Cascadura e eu – para integrar a grande reportagem que iria fazer como Trabalho de Conclusão de Curso. O tema: a relação das bandas underground de rock de Salvador com redes e mídias sociais, comparando as estratégias de divulgação na década de 1990 com as de hoje, com o uso da internet.

O pedido, por e-mail, era evidentemente lúcido, respaldado, bem escrito, seguro. Inclusive, ela indicou uma lista de outras pessoas a quem também entrevistaria – lista que demonstrava que ela estava sabendo muito bem quem podia dar depoimentos importantes sobre a pauta. Messias Bandeira e Ednilson Sacramento, por exemplo. Uma proposta bacana, de onde deve sair (ou já ter saído) boa coisa.

Eu e Fábio nos disponibilizamos prontamente – mas, em minha resposta afirmativa, eu me intrometi e falei de um ponto primário do trabalho dela: que a definição “bandas underground” tem em si uma carga preconceituosa delicada. Disse que achava que partir do princípio de que estaria falando de “undergrounds” já tendenciaria o desenvolvimento da pesquisa para uma avaliação “menor”. Esta não deveria ser uma definição a priori, creio eu. Pedi que ela reavaliasse o rótulo, especialmente por se tratar de um projeto de comunicação – e, ainda que haja uma definição formal e acadêmica para “underground” que não tenha este caráter, fato é que a representação social desta expressão é negativa. Não se pode escapar do senso comum quando a pauta está na comunicação. Não se pode descuidar do discurso num caso assim. Eu justamente questionaria o termo referido pelas fontes. Por que underground? Precisamos deixar de ser subterrâneos.

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Fico feliz de ver a música independente ser pautada na Academia. Tem sido frequente. Vira e mexe, me aparece um trabalho centrado em temas relacionados a isso. Sempre na área de comunicação. Me parece ótimo que estejam discutindo. Que proponham entender como funciona esta engrenagem, que problematizem. Tenho impressão de que se forem formados comunicólogos com visão menos folclorizada do que é “fazer rock na Bahia” poderemos esperar uma atuação mais competente dos profissionais em relação à diversidade das mais diversas linguagens artísticas.

Também recentemente, alunos de jornalismo da Faculdade Social me enviaram umas questões para uma matéria. As perguntas todas giravam em torno das mazelas. Por exemplo, algo assim: “Quais as maiores dificuldades das bandas do cenário alternativo? Como assessora de imprensa destas bandas, quais as suas principais dificuldades?”.

E eu respondi que a produção artística é uma atividade que, como todas as outras, tem suas dificuldades. E as dificuldades são diversas, não localizadas em um ponto específico. E isto não tem a ver só com as bandas independentes, mas com um contexto social como um todo. Assim como é difícil abrir uma empresa e fazê-la tomar seu espaço no mercado, é também difícil engatar uma carreira na música. E no teatro. E na dança. E no circo. E nas artes visuais. E no cinema. Enfim. Não é privilégio nosso. Acho que insistir no discurso de “como é difícil!” é complicado. Não são só os roqueiros baianos que têm desafios na vida. Precisamos abandonar nosso complexo de vira-lata.

Também disse que, aliás, estas próprias questões poderiam ser por mim apresentadas como uma das principais dificuldades que encontro como assessora de imprensa de bandas independentes: este tratamento de que se trata de um trabalho exótico, heróico, inusitado. A grande mídia não consegue fazer uma entrevista com uma banda de rock aqui sem perguntar “como é fazer rock na Bahia?”, como se isto fosse impressionante, uma escolha desconexa, rebelde, improvisada, desajustada. Não é: é um trabalho sério, executado por pessoas competentes, respeitado pela crítica nacional e por um público crescente. Espero que um dia a grande mídia deixe de reforçar certos estereótipos e ignorar determinadas produções. Espero um dia ver um personagem de novela que goste de rock não estar sempre usando roupa preta e sendo a figura esquisita do folhetim. Espero não ver mais o Fantástico fazer uma matéria de roqueiros (devidamente excêntricos) versus pagodeiros (devidamente felizes) – e chamando Nando Reis, uma das fontes entrevistadas, de ex-roqueiro (ele não é mais mau, não canta mais Bichos Escrotos, é ex-roqueiro, óbvio). Este estranhamento sem reflexão devida é um desserviço.

É claro que sei que a Bahia tem suas limitações para todas as expressões de arte e para todos os estilos de música. E que é também um estado que por muitos anos investiu na consagração de uma monocultura musical, relacionada ao sistema do Axé, e que isto se reflete na dimensão do espaço midiático e na possibilidade de atingir públicos mais diversos. Mas também acho que tudo isto, no entanto, tem, a olhos vistos, sido paulatinamente superado por ações de fomento à diversidade cultural e, especialmente, pelo trabalho incessante de artistas comprometidos com a arte que produzem.

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Mês passado, participei de uma banca avaliadora de um Trabalho de Conclusão de Curso que se propunha a realizar uma grande reportagem sobre a música independente da cidade: um trabalho de pesquisa visivelmente exaustiva, que, com certeza, arrancou muito suor de suas autoras. Teria sido excelente se não fosse um detalhe: a delimitação do tema. “Música independente de Salvador”, na prática, virou “rock consumido pela classe média jovem frequentadora do Rio Vermelho”. Sim: elas indicaram que iriam falar da música independente da cidade e ignoraram as periferias, os outros universos soteropolitanos, o arrocha, o samba, o rap, o heavy metal… Música independente é um conceito grande demais. Salvador é um espaço enorme (e até o Rio Vermelho também: todo mundo já viu os sambões que acontecem em Dinha? O chorinho do São Jorge? Os shows de MPB e bossa nova que rolam no Sesi? E o que está dentro do Twist, da Padaria, do Salvador Dali?). A ambição de abarcar toda a realidade deste tema só poderia ter sido frustrada.

É óbvio que demarcar um estilo musical, um espaço geográfico e um público seria não apenas mais eficiente, como também recomendável – claro, pesquisas precisam de focos bem definidos. Não haveria mal nenhum em adentrar só neste cenário se esta tivesse sido uma escolha consciente, ponderada, descrita, justificada. O problema era achar que retratar a história de 20 e poucas bandas do rock riovermelhense era dar conta da proposta.

Também é comum rotularem este pedaço da cidade e da produção musical soteropolitana como a representação do “cenário alternativo”. Alternativo a quê? Para quem? No meu entendimento, há duas variáveis bastante relevantes no uso desta expressão. Vejamos:

1) Dizer-se “alternativo” é se colocar num lugar menor. Há uma via principal e há a alternativa? Não corroboraria isso. Até porque, considerando que assim seja, não haveria uma alternativa, e sim várias. O rock, sozinho, não é cena alternativa de um lugar.

2) Dizer-se “alternativo” é se colocar num lugar maior. É dar-se um título de poder indevido, pretensioso, que conota uma ideia de caminho da salvação. “Somos a alternativa” soa como “somos diferenciados”: vocês, do mainstream – pobres mortais alienados –, lá; nós, alternativos – espertos conhecedores do mundo –, cá.

À pergunta final de um dos trabalhos acadêmicos citados, “Como você define o público axé e o público rock?”, eu respondi: “Nego-me aos estereótipos. Há gente de todo tipo nestes dois públicos, e há muita gente que faz parte de ambos. Não reforçamos as secções”. É caduca esta conduta. Caduca e pedante. Não há público melhor ou pior; não há mérito ou alienação intrínseca a público algum. Precisamos parar de nos sentir diferentes – no bom ou no mau sentido – e querer dar prateleiras pra todas as coisas da vida.

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Estou ficando velha e chata, não tenho mais a mesma paciência de estar em ambientes com pessoas de quem eu quase poderia ser mãe, serelepes na descoberta do mundo e das noitadas roqueiras de classe média. Talvez por isso mesmo – por estar velha e chata –, não tenho gosto pela maioria dos trabalhos da chamada “nova geração” do rock de Salvador. (Lembremos que a música independente e até mesmo o rock da capital baiana estão bem além dos shows do Rio Vermelho e da Barra. A nova cena destes bairros não é uma nova cena da cidade.) Não que sejam ruins. Não tenho nenhum superpoder atômico que me dê o direito de dizer o que é bom, o que não é. Mas eles não “falam” comigo. É, de fato, um processo protagonizado e consumido por gente mais jovem, que está chegando nos palcos e nas plateias para ocupar seus merecidos espaços. A fila anda.

Me vale dizer, porém, que respeito o que esta galera anda fazendo: o mérito da união de forças, da programação superativa, dos eventos promovidos, do público por eles conquistado, do profissionalismo. Estão fazendo barulho, chamando atenção, aparecendo na mídia, formando novos técnicos (as bandas estão criando equipes de trabalho de verdade), produzindo o tempo todo. E tudo isto, até onde sei, é novidade: sair do limbo da reclamação, de que na Bahia não tem isso e aquilo, para a ação; interromper o discurso de que, no dito limitado espaço existente, é impossível concorrer com “os grandes”; ignorar as perseguições e encarar com dignidade as patrulhas. Sem medo de errar, de amadurecer, de construir uma história. Fazendo mais que falando. Precisamos aplaudir o que é de merecimento, reconhecer o novo e ver isso se refletir nos discursos sociais e midiáticos.

Bora nessa.

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“CASCADURA das Antigas” celebra Dia Mundial do Rock

segunda-feira, 04 julho 2011 - postado por assessoria de imprensa

Banda reúne formação original dos dois primeiros discos da carreira e lança coletânea exclusiva

Longe dos palcos desde janeiro, o CASCADURA dá um intervalo nas gravações do novo disco para uma apresentação tão exclusiva quanto especial: uma reunião com ex-membros que fizeram história em tempos passados para celebrar o Dia Mundial do Rock, no sábado, dia 16 de julho, a partir das 22 horas, no Portela Café (Rio Vermelho). Será o show CASCADURA das Antigas.

A experiência foi feita há alguns anos, numa apresentação no Teatro ACBEU. Juntaram-se a Fábio Cascadura (vocais) e Thiago Trad (bateria), Paulinho Oliveira (guitarra, 1996-99) e Ricardo “Flash” Alves (guitarra, 1994-2000) em um show emocionante com músicas dos dois primeiros álbuns do CASCADURA (“#1”, de 1997, e “Entre!”, de 1999), tocadas por quem as compôs e as gravou. Agora a banda repete a dose para um show completo, também com a participação do baixista e tecladista Ivan Oliveira, que fez parte da banda entre 1999 e 2000.

Será uma oportunidade única para quem viveu tudo aquilo: estética dos anos 1970 e um repertório recheado de êxitos como “Nicarágua”, “Sexta Feira”, “Só Procurava Alguém”, “Mesmo Sem Merecer”, “Marquesa”, dentre outras. E, ainda, sucessos de ídolos como Beatles, Chuck Berry e Rolling Stones. É sem dúvida a melhor escolha para celebrar o rock!

CASCADUROLOGY – CD promocional
Os fãs da banda, ao comprar o ingresso do show antecipadamente, poderão adquirir um CD exclusivo do grupo: a coletânea CASCADUROLOGY, com tiragem limitadíssima de 100 unidades, traz as melhores faixas dos discos “Dr. Cascadura #1” (1997), “Entre!” (1999) e “Vivendo em Grande Estilo” (2004).

SERVIÇO
O quê: “Reunião: CASCADURA das Antigas” celebra Dia Mundial do Rock
Quem: Cascadura, com Fábio Cascadura (vocais), Thiago Trad (bateria), Paulinho Oliveira (guitarra), Ricardo “Flash” Alves (guitarra) e Ivan Oliveira (baixo)
Quando: 16 de julho (sábado), a partir das 22 horas
Onde: Portela Café (Rua Itabuna, 304, Pq Cruz Aguiar, Rio Vermelho. Tel.: 71 3335-6855)
Quanto: R$ 25 (homem), R$ 20 (mulher) – somente em espécie
Na compra de ingressos antecipados, ganhe de brinde o CD coletânea CASCADUROLOGY (reservas através do email cascadurology@gmail.com)
Para consumação, o local aceita os cartões VISA e MASTERCARD.

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