Posts em 'A Ponte'

Leonardo Lacerda ouviu o Aleluia e…

sexta-feira, 22 junho 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Toda vez que ouço a voz do Fábio, minha mente se transporta diretamente pro início da minha vida adulta, 20 anos atrás, Fábio, Silvano, Marcelo, Tony e Paquinho. Os primeiros shows do então Dr. Cascadura, a evolução musical e estética que as novas formações e influências foram moldando através do tempo.

Aleluia é a síntese de tudo isso. Todas as fontes que foram descaradamente sorvidas ao longo dos anos são audíveis ao longo do álbum. Sem dúvida alguma um trabalho primoroso e como sempre recheado de emoção e histórias. Um rock moderno cheio de saudosismo gostoso com tempero de baticum baiano.

Mostro com orgulho aos amigos aqui em Sampa: ‘escutem essa banda da minha terra e viajem por lendas e realidade do universo soteropolitano’.”

Leonardo Lacerda, morador de São Paulo/SP.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Mariana Lazari ouviu o Aleluia e…

sábado, 16 junho 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Confesso que, no começo, não curti. Ao ouvir as primeiras músicas liberadas no blog, achei o som estranho. Talvez seja culpa do Bogary, que ficou tanto tempo tocando na minha vida e retrata um momento diferente, com batidas diferentes e outros sentimentos. Agora, porém, é Aleluia direto. E está sendo uma descoberta a cada dia. Cada vez que ouço uma música ela marca e fica no ‘replay’. A do momento é ‘Colombo’. Talvez seja ‘culpa’ das letras, tão envolventes, sempre com frases que nos fazem refletir, viajar, nos encontrar; talvez, da sonoridade, tão Salvador. Sempre volto àquelas ladeiras quando me encontro com o disco. Mesmo nunca tendo vivido na cidade, namoro um baiano (que me apresentou ao então Dr. Cascadura) e a cidade é de deixar saudades. Talvez Aleluia seja como um cartão-postal soteropolitano, daqueles que te fazem ter vontade de voltar, e, simultaneamente, um convite para viver Salvador. Parabéns, Cascadura. Os discos de Aleluia são excelentes. E segue a vontade de estar em um show de vocês.”

Mariana Lazari, de Fortaleza/CE.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Fernando Rombaldi Beserra ouviu o Aleluia e…

sábado, 02 junho 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Eu ouvi o Aleluia e reencontrei ali, como quem reencontra bons e velhos amigos, as letras e as melodias matadoras do Fábio. Cara, como é bom esse teu som. Além disso, encontrei coisas no Aleluia que me surpreenderam positivamente como por exemplo uma vontade danada que me deu de ouvir Beatles, Stones e Brian Wilson com seu Beach Boys. Outra coisa que achei muito foda foram as percussões, umas referências à mãe África e ao Brasil mestiço. Li em algum lugar que quem conhece Salvador vai se identificar muito com o disco. Se for verdade, fiquei muito afim de ir pra lá na próxima oportunidade. Resumindo, eu ouvi o Aleluia e foi amor à primeira escutada/ouvida. Sem falar que tem duas músicas que pra mim já são clássicos absolutos: ‘Chorosa’ e ‘O Tempo Pode Virar’. Vai fazer música boa assim lá em Salvador. Obrigado pelo presente, Cascadura.”

Fernando Rombaldi Beserra, de Mariapolis/SP.

Fernando enviou esta imagem para ilustrar seu depoimento.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Gedson Meira (Lontra) ouviu o Aleluia e…

quarta-feira, 30 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Acompanhei todo o processo de criação do álbum pelo blog A Ponte e também estava ansioso para conhecê-lo. Após o download, ouvi o Aleluia algumas vezes. Ficou claro que a banda mudou de patamar e fez um discasso, um álbum duplo! Álbum duplo é coisa de gente grande, de quem tem cacife. Os Beatles só fizeram um, os Stones, em estúdio, também. Procuro nos cantos da memória um álbum duplo do rock brasileiro, e me vem um grande vazio…. Este é um ‘Exile on Main Street baiano’. Tem de tudo ali: Rock, Blues, Yeah Yeah Yeahs, arranjos de coral, sopros, até instrumentação típica de música clássica, punk rock, influências bastante explícitas de Led Zeppelin, Beatles, Stones, e mesmo Pink Floyd, mesclados com muita percussão baiana típica do candomblé. Em alguns momentos lembra a antiga banda baiana Catapulta.

O trabalho passa ao largo da música baiana carnavalesca de fácil consumo. Chama atenção a qualidade das composições, que são ótimas, sem, no entanto, tentarem ser explicitamente hits radiofônicos fáceis. São boas por si só, pela temática, pela poética, pela qualidade melódica e também qualidade técnica dos arranjos e gravações. Nada é gratuito e nada é óbvio.

Falar individualmente das faixas seria longo e inadequado, pois este é um álbum conceito, em que tudo se liga e o sentido maior aparece ao longo do trabalho, e não em cada canção individual. Mas o álbum tem muitas faixas com excelente qualidade radiofônica sim.

O trabalho de percussão é um capítulo à parte, em que a tradição percussiva baiana se une ao rock moderno. O disco é também uma ode de amor à Salvador moderna, esta Salvador sofrida de enormes contrastes e de péssimos gestores no passado recente. Não é a Salvador dos cartões postais e dos turistas e muito menos a do Carnaval, mas sim a cidade real onde vive um povo sofrido que luta para superar séculos de privações e a sempre presente sombra da escravidão.

Enfim, é um disco para ser degustado aos poucos, ao longo de semanas ou meses. A cada audição, descobre-se um detalhe escondido. O quarteto que compõe o núcleo duro deste trabalho (Fábio, o baterista Thiago Trad, o guitarrista Jô Estrada e o produtor andré t) se superou. Os inúmeros convidados se saíram muito bem, e deram ainda mais brilho ao trabalho pelas preciosas e precisas contribuições. Duvido que alguém lance no Brasil no resto do ano de 2012 um disco de rock melhor. Já é o disco do ano!!!!”

Gedson Meira (Lontra), de Camaçari/BA.
(Ele também faz música. Ouça aqui.)

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Papos de Aleluia – nº 3

terça-feira, 29 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

Bookmark and Share

Luciano Marins ouviu o Aleluia e…

segunda-feira, 28 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Toda vez que ouço Aleluia, acabo me emocionando. Eu ouço e o vício vai aumentando. Salvador e os soteropolitanos mereciam um álbum como esse, não desprezando as outras cidades deste Brasil. A espera foi grande e ele superou todas as minhas expectativas. Começando pela capa, os elementos artísticos que a compõem, o encarte, passando pelas brilhantes participações musicais, pela atitude em acrescentar outros instrumentos, pelas letras que traduzem nossa cidade e pelo cuidado em todos os detalhes dessa obra-prima, tornando-a rica e prazerosa. É um grande orgulho para a música feita na Bahia!

O que mais me impressiona é ver que algumas músicas não seriam ‘aceitas’ pela maioria das rádios soteropolitanas, por fugirem dos padrões exigidos por parte do público alvo e do sistema que reina nas emissoras, mas elas fazem o maior sucesso na boca da galera e com o público que ouve o disco. A prova de que uma banda espetacular não precisa de rádio para fazer sucesso e espalhar o seu trabalho pelo país.

Só que eu preciso confessar uma coisa. Aleluia é tão bom, que eu ainda não cheguei ao disco 2. Estou ainda apreciando e mergulhando nas primeiras onze faixas. Imprimi parte do encarte para ir acompanhando e fazendo as minhas interpretações.

Luciano Marins imprimiu seu próprio encarte do CD

Claro que já escutei o álbum por completo, mas estou viciado no primeiro e sem pressa de chegar ao segundo. As minhas preferidas são ‘Simples Como A Vida’, ‘A Mulher de Roxo’, ‘Resumindo’, ‘Chorosa’ e ‘Colombo’. Enquanto eu não chego da forma que quero na segunda parte do Aleluia, vou me emocionando com sua primeira parte e esperando o show de lançamento.”

Luciano Marins, de Salvador/BA.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Monique Fonseca ouviu o Aleluia e…

domingo, 27 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Estava muito ansiosa para poder baixar o novo álbum do CASCADURA, o Aleluia. Chegada a data tão esperada para a liberação para download, ouvi o Aleluia e continuo a ouvi-lo, é viciante… O que mais me chamou atenção em relação aos CDs anteriores é a presença forte dos instrumentos de percussão, achei essa mistura muito bacana e logo associei esse som a nossa Salvador! O Aleluia é a própria Salvador, cantada com amor, paixão, batuques, realidade e muito rock original, ‘This city burns on fire!’. As músicas do Aleluia são fascinantes, melodias, letras, particularidades: ‘Lá Ele!’… As participações de Pitty, Orkestra Rumpilezz, Ronei Jorge e outros artistas só vieram a abrilhantar ainda mais esse álbum. Curti todas as músicas, mas já tenho minhas preferidas: ‘A Mulher de Roxo’, ‘Uma Lenda do Fogo’, ‘O Cordeiro’. Parabéns para a banda Cascadura, o Aleluia é um belo trabalho, SUCESSO para vocês!!!!”

Monique Fonseca, de Salvador/BA.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Amanda Jacinto ouviu o Aleluia e…

sexta-feira, 25 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Explicar detalhadamente tudo o que senti ouvindo o Aleluia é impossível. A cada música, a cada batuque, a cada letra é uma sensação diferente, uma lembrança boa. Velho, no CD eu consigo perceber cada parte da cidade de algum jeito. Escuto o álbum TODO dia, não importa horário ou local, e toda vez que ouço sinto as músicas de forma diferente, tenho outras interpretações, é foda demais.

As letras e melodias se ajustam de forma incrível. As participações estão excelentes. ‘A Mulher de Roxo’ com a Pitty é perfeita, se encaixou direitinho. Ronei, com sua voz inconfundível, em ‘Dava Pra Ver’ é de emocionar. Com certeza são duas das minhas preferidas, como também ‘Soteropolitana’ que é maravilhosa em tudo, ‘O Delator’, ‘Lá Ele!’ (que nome massa, rei. Rs) e várias outras que me fazem querer sair cantando, gritando por aí.

O encarte do CD também está lindo demais. As cores, as imagens, tudo lindo. Valeu muito a pena esperar pelo Aleluia, velho. O Cascadura é uma das poucas bandas que curto que consegue se renovar a cada álbum. Sem medo de ousar, experimentar e fazem isso com muita competência. Pago pau mesmo.”

Amanda Jacinto, de Salvador/BA.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Alan Félix ouviu o Aleluia e…

quinta-feira, 24 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Cara, estava ouvindo Aleluia. E falo que o Cascadura foi feliz nesse álbum em dois aspectos. O primeiro desenvolver um CD conceitual sobre a cidade de Salvador, com seus imaginários, problemas sócio-econômicos, e seus traumas históricos que rompem cicatrizes na cidade e na sua população. O segundo aspecto é uma inovação rítmica ou musical ao mesclar rock com cânticos afro-brasileiro das religiões de matriz africana, um diálogo que necessitava na música baiana, e em especial no rock baiano. Essa mescla de ritmos cria uma singularidade que aproxima o CD Aleluia do movimento manguebeat na criação ou composição de uma estética inovadora na música brasileira.”

Alan Félix, de Salvador/BA.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

Bookmark and Share

Papos de Aleluia – nº 2

quarta-feira, 23 maio 2012 - postado por assessoria de imprensa

Bookmark and Share
  • Links

  • Arquivos