Mariana Lazari ouviu o Aleluia e…

sábado, 16 junho 2012 - postado por assessoria de imprensa

“Confesso que, no começo, não curti. Ao ouvir as primeiras músicas liberadas no blog, achei o som estranho. Talvez seja culpa do Bogary, que ficou tanto tempo tocando na minha vida e retrata um momento diferente, com batidas diferentes e outros sentimentos. Agora, porém, é Aleluia direto. E está sendo uma descoberta a cada dia. Cada vez que ouço uma música ela marca e fica no ‘replay’. A do momento é ‘Colombo’. Talvez seja ‘culpa’ das letras, tão envolventes, sempre com frases que nos fazem refletir, viajar, nos encontrar; talvez, da sonoridade, tão Salvador. Sempre volto àquelas ladeiras quando me encontro com o disco. Mesmo nunca tendo vivido na cidade, namoro um baiano (que me apresentou ao então Dr. Cascadura) e a cidade é de deixar saudades. Talvez Aleluia seja como um cartão-postal soteropolitano, daqueles que te fazem ter vontade de voltar, e, simultaneamente, um convite para viver Salvador. Parabéns, Cascadura. Os discos de Aleluia são excelentes. E segue a vontade de estar em um show de vocês.”

Mariana Lazari, de Fortaleza/CE.

“Eu ouvi o Aleluia e…” – quer participar também? Veja como aqui.

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2 comentários

  • Vocês disponibilizam outras músicas para download além do trabalho mais recente?

    Obrigado. ;)

  • Muito legal, saber das suas impressões, Mariana.
    No começo, o Aleluia causa estranheza mesmo: normal. De certo modo, não somente esperávamos isso, como meio que queríamos isso tb.
    Há nesse trabalho uma vontade imensa de levar quem o escuta a refletir sobre Salvador, sobre o que é e como está a cidade, para quem está nela ou quem somente a visita ou está à distância, a observá-la (Salvador é patrimônio do Brasil, da humanidade). Para tanto, decidimos provocar os sentidos das pessoas…
    Nem sempre tudo é muito “bonitinho”. Procuramos nos abster das previsibilidades possíveis no processo de construção desse trabalho. Isso, para que pudéssemos não somente montar paisagens sonoras e contextualizar as letras, os temas, mas tb para gerar estranhamento e, quem sabe, a partir disso, uma reflexão mais cuidadosa dos ouvintes… Não curto muito a aplicação do conceito de “mistura” nesse trabalho. Prefiro falar de combinação de elementos ou, ainda, decantação destes que estão presentes nas muitas expressões musicais trazidas dentro do “Aleluia”.
    Bom que temos encontrado em vc uma parceira nesse diálogo. Abração e valeu pelas palavras.

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